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Não queira quem não te quer

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Sabe quando estamos ouvindo uma pregação e o pastor fala que a mensagem vai primeiro para quem está pregando? Pois bem, assim é com este texto.
Querer ter um relacionamento pode se tornar um desastre, se a pessoa não souber lidar bem com os diferentes caminhos que a vida toma. A situação piora quando a pessoa que amamos não existe na realidade, apenas na nossa cabecinha sonhadora onde ela, nunca, nunquinha, faria nada para te magoar.
Mas as pessoas são diferentes daquilo que idealizamos. Elas são falhas, elas erram e elas se deixam levar pela sua própria natureza egoísta. E sim, eventualmente, pessoas boas podem fazer coisas más, coisas essas que podem destruir o outro. Isso acontece.

Sempre disse que o amor é uma decisão. O amor de verdade, adulto, maduro, não aquela coisinha de adolescente cheio de emoção. Claro, tem emoção, mas a grande parte do sentimento é composto por querer amar o outro, por querer que as coisas deem certo. 

Sabe como você sabe se ama a pessoa de verdade? Pelo seu nível de utilidade. É muito fácil amar quando a outra pessoa te é útil de alguma forma, quando eleva a sua autoestima, quando divide as contas, a cama e a vida. Mas, a partir do momento em que você perde toda a sua utilidade e que a outra pessoa pode claramente viver sem você, aí está o grau de como você é amado: a pessoa continua lá ou foi embora? Isso vale para a forma como amamos e, principalmente, pela forma como somos amados. 

Amar é uma decisão. Logo, deixar de amar também é. Só precisamos aprender a não desperdiçar amor. Sim, tem gente desperdiçando amor. Nada é mais destrutivo do que amar sem ser amado de volta. E há quem insista. "Ah, deixa eu continuar amando, quem sabe, um dia, ele/ela me ama de volta". E nisso passa um, dois, cinco, dez anos e você sem conhecer o verdadeiro prazer de ser amado. Quando você vê, está na casa dos 30, com um divórcio na mala e um filho pequeno no colo, num país que não é o seu, pensando: "Tá, e agora?". qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência



Precisamos aprender que não adianta querer quem não nos quer. Tem pessoas que não nasceram para amar, não sabem como fazê-lo. E, se você deixar, essa incapacidade pode te levar para o buraco, se você não aprender logo que a culpa não foi sua, que você fez o que você pôde, que você foi mais longe do que a maioria iria. 

Deus não nos fez para mendigar amor, para sofrer, ser humilhado. Acredito mesmo que Ele pode fazer o impossível, Ele pode fazer o amor brotar. Mas entenda uma coisa: Deus não invade o coração de ninguém. Logo, se a pessoa não te ama de volta, é porque há algo melhor preparado para você.

Sobre sacrifícios

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Chega um momento na nossa vida que é necessário sacrificar alguma coisa para o bem de outra pessoa. Na maior parte do tempo temos tendência a sermos um pouco egoístas, colocar a nossa vontade acima de qualquer outra coisa.
Isso está errado?
Não necessariamente. Mas acontece que ao mesmo tempo em que crescemos e nos consolidamos nesse estranho mundo dos adultos, precisamos ceder  algum ponto para garantir o bem-estar de outra pessoa. 

Fazer isso pode parecer até simples quando o fazemos por alguém conhecido, um parente, um amigo ou pela nossa família. Deixar de ir na academia para ficar mais com o filho. Abrir mão daquela promoção em prol de mais tempo em família. Parecem coisas normais.
Mas e quando o sacrifício envolve alguém que você não gosta ou sequer conhece? Muitas vezes nos deparamos com situações em que precisamos ceder ou sacrificar algo para que outra pessoa fique melhor. Isso acontece - ou decorria acontecer - na vida em sociedade.
Tal como é difícil abdicar de alguma coisa nossa para satisfazer outra pessoa, fazê-lo para o bem coletivo pode ser igualmente complicado.
Todos nós abdicamos de algo todos os dias. É normal. Não é fácil, mas faz parte do crescimento pessoal do ser humano. Ao nos sacrificarmos uns pelos outros, praticamos aquilo que é o mais importante: o amor ao próximo. Ah, e como o mundo seria bem melhor se todos praticássemos isso.

O melhor amor do mundo

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

À medida em que começamos a nos familiarizar com este mundão de Deus, acabamos por perceber o que realmente importa nesta vida. Claro que é confortável ter dinheiro, não precisar ficar fazendo conta para o salário dar até o fim do mês, viajar e ter o carro do ano. É legal também ter um corpo em forma, saúde para dar e vender, uma beleza que chama a atenção, um guarda-roupa recheado e vários amigos. É gostoso ter um emprego, uma carreira, ter sucesso profissional. É impressionantemente bom ter filhos, ter uma família, ter um lugar para voltar no fim do dia e chamar de "lar".
Mas a verdade é que se juntar tudo isso, não dá metade daquilo que eu considero o melhor amor do mundo: o amor de Deus.

Carta para o meu filho no seu aniversário

sábado, 8 de agosto de 2015

No dia em que te trouxe do hospital, senti medo."Meu, esses médicos loucos me deixaram sair sozinha com um bebê!" era o que passava na minha mente. Você era tão bonzinho que nem cólicas tinha, nem chorava. Ah, como te amei desde o primeiro momento.
Mas algo no meu coração me dizia, "Prepara-te, vais precisar ser muito forte". Eu sabia que era Deus falando comigo. Mas não entendia onde Ele queria chegar:será que ias ter ter alguma doença?
Comecei a pirar, a surtar, ficava horas pesquisando na Internet sobre doenças ligadas à neurofibromatose. Enquanto isso, meu amado filho, você dormia como um anjo,e eu sofria sozinha.
Até que um dia, percebi o que Deus queria dizer. Ele quis me preparar para o que eu ia viver. Para eu arregaçar as mangas e ser pai e mãe na maior parte do tempo, ser responsável por tudo o que dizia respeito a ti. E de repente, éramos só nós.
A nossa família se tornou eu e você, meu filho. Casa nova, carro novo, vida nova. Tudo novo para nós. Era assim que eu queria? Não. É isso que Deus tem para mim? Jamais. Mas é o meu deserto, filho, onde infelizmente te carrego, mas onde Deus nos dá a mão e onde Ele não permite que você sinta nada destas confusões de adultos.





Me perdoa todas as lágrimas. Me perdoa todos os meus erros. Me perdoa das vezes que me distraí e você caiu da cama. Me perdoa por nem sempre chegar a tempo de te colocar para dormir. Me perdoa quando no início não sabia fazer papinha gostosa.
Mas nunca te abandonarei. Deus me deu a missão de ser sua mãe, de cuidar de você, de te levar para a igreja, de colocar o joelho no meu chão e clamar a Deus pela sua felicidade e bem-estar.
No dia do teu aniversário, eu estou de parabéns também. Porque aniversário de filho é também aniversário de mãe. Tenho orgulho de ser sua mãe e espero que um dia você tenha orgulho de ser meu filho. Porque você nasceu de mim, mas foi você, meu querido bebê, que me deu a vida, por você resisti e com você descobri o verdadeiro sentido do amor incondicional. Enquanto tudo lá fora desmoronava, Deus estava conosco aqui no nosso lar para nos proteger.
Eu te prometo mover o mundo para te ver bem. E estou disposta a abdicar do que eu quero se isso não for bom para ti, meu menino.

35 coisas que eu quero que você aprenda, meu amado filho

terça-feira, 21 de julho de 2015

Agora você tem quase um ano, meu filho. Então, nada mais justo do que eu pensar cada vez mais em como posso te ensinar a ser uma criança feliz e, no futuro, um homem melhor. Você está preparado?

1. Não se deixe levar pelas novas tecnologias. O melhor tempo das nossas vidas é quando podemos brincar na rua.
2. Sempre diga por favor e obrigada às pessoas. E sempre cumprimente, qualquer pessoa.
3. Sorria sempre. Isso desarma qualquer um.
4. Nunca deixe de abraçar e dar um beijo aos seus pais.
5. Aproveite os seus avós o máximo que você puder.
6. Não diga palavrões.
7. Seja firme nas suas convicções, mas nunca, NUNCA se ache no direito de julgar alguém por qualquer que seja a sua escolha.
8. Não tenha medo de ajudar quem mais precisa, seja um cão abandonado ou um morador de rua, até o passarinho que está com a asa quebrada.
9. Pense sempre o melhor dos outros, nunca o pior.
10. Ore com os seus pais antes de dormir todas as noites.
11. Agradeça a Deus pela sua vida todas as manhãs.
12. Não tenha vergonha da sua fé, tenha orgulho.
13. Mostre sua fé pelo exemplo.
14. Nunca minta, mesmo que isso acarrete consequências.
15. Trate a sua namorada e futura esposa como você gostaria que a sua mãe fosse tratada.

A era do descartável

domingo, 19 de julho de 2015

Vivemos numa época em que as coisas são perecíveis. 30 anos atrás, tudo durava mais, desde a geladeira até aquele par de sapatos, passando por, claro, relacionamentos.
Hoje, ninguém quer geladeira velha. Sapatos do inverno passado vão para doação. E relacionamentos nunca parecem ser satisfatórios o suficiente. "Ah, mas as geladeiras hoje são baratas,  não vale a  pena mandar consertar a geladeira velha". " Mas este sapato é tendência, o outro está fora de moda". "Não sou mais feliz neste relacionamento/A pessoa não me completa mais/Quero encontrar alguém que me valorize".
O resultado disso é catastrófico: mais ninguém se esforça para que as coisas funcionem. Tudo é perecível, tudo tem prazo de validade, tudo é descartável. O problema é que às vezes o problema não está na geladeira velha, no sapato fora de moda ou no relacionamento que não dá mais certo. O problema está principalmente na forma como nos posicionamos em relação ao conserto delas. Hoje mais ninguém quer consertar nada, não tenta de tudo, não chama o técnico pra ver o problema da geladeira. Tem até quem vá ao técnico, mas sem a geladeira. Como o cara vai consertar o aparelho se o dono não o leva até ele?
Se o problema é na geladeira, apenas conserte a geladeira. Não adianta comprar um fogão para a substituir. Logo mais, você vai entender que não é a mesma coisa.

O dia em que o meu filho começou a crescer

domingo, 28 de junho de 2015

Nunca tive problemas na amamentação. Antonio pegou bem no bico desde que nasceu e eu nunca senti dor, nem tive aqueles problemas terríveis de peito rachado.
Durante quase quatro meses, ele se alimentou exclusivamente de mim, do leite que o meu corpo produzia. 
Por amamentá-lo em livre demanda, quando voltei a trabalhar foi uma tormenta, porque o meu peito enchia muito e eu precisava ir ao banheiro fazer a "ordenha". Mas nem sempre aliviava, continuava cheio, doía imenso e um dia até desmaiei de dor.
Aos poucos o corpo foi se acostumando a essa rotina. Mas uma coisa era certa: assim que eu chegava do trabalho, precisava amamentá-lo imediatamente. Ele pedia. E eu amava isso. Era o nosso momento. 


 
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